O Grails foi pensado abraçando conceitos como o Convention over Configuration (CoC) e o Don’t Repeat Yourself (DRY).
Usualmente desenvolvendo em Grails, você vai achar que está apelando, que as coisas deveriam ser mais difíceis. Grails pode ser definido hoje como um framework que nos trás simplicidade e poder.
Tudo isso é conquistado pois ele se apoia nos ombros dos maiores.
• Hibernate
• Spring
• SiteMesh
• Tomcat
• HSQLDB
Tudo aqui é baseado no conceito de ORM e IoC, tornando no final o Grails uma plataforma e não só mais um framework.
Vamos logo ao que interessa: Grails
A instalação de Grails é tão simples quanto a sua atualização, mas com um único pré-requisito: Java SDK 1.5 ou superior.
Após a instalação do Java SDK, defina a variável de ambiente JAVA_HOME para o local onde você instalou e adicione o JAVA_HOME / bin ao seu PATH variáveis.
Baixe e descompacte o Grails de http://grails.org, crie uma variável GRAILS_HOME que aponta para o local onde você instalou o Grails, e adicione o GRAILS_HOME diretório / bin a sua variável PATH. E pronto!
Para testar, digite grails no terminal.
Você deve ver isso:
Welcome to Grails 1.2 - http://grails.org/ Licensed under Apache Standard License 2.0 Grails home is set to: /Developer/grails-1.2 No script name specified. Use 'grails help' for more info or 'grails interactive' to enter interactive mode
Para finalizar este post, de uma olhada nos comandos básicos digitando grails help no terminal.
Em mais 10 minutos, teremos a nossa primeira aplicação rodando.
Abraços!

Muita gente acha que o grails é uma cópia ou uma implemetação do rails em groovy. Seu post mostra bem como é a realidade.
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